
Ex -Vocalista da Banda Calypso Lança CD Evangélico
"O som dançante do calypso para adorar ao Senhor já está conquistando os brasileiros, na voz de Mylla Karvalho, ex-vocalista da Companhia do Calypso, que lança oficialmente o CD “Ofertar”..."
Palmas, no Tocantins, será palco do lançamento, que acontecerá durante o Congresso Liberação Profética, da Igreja de Cristo Ministério Apostólico Nova Terra (MANT), no Centro de Convenções Parque do Povo, próximo ao Parque Cesamar.
Antes mesmo de chegar às lojas as músicas começaram a conquistar as rádios FM. Ao mesmo tempo tornou-se sucesso instantâneo entre os fãs de calypso e forró. Cada canção conta um pouco da nova fase de Mylla, que expressa amor e alegria ao ofertar a vida para Jesus, a exemplo da faixa título.
Após passar cerca de um ano longe dos palcos a cantora iniciou a agenda de apresentações do primeiro álbum solo. Em abril Mylla estará em Goiânia (GO) e Santa Inês (MA), nos dias 22 e 30, respectivamente. A grande expectativa será para o show aberto, no dia 20 de junho, em comemoração ao aniversário da Igreja de Cristo em Belém (Casa do Pão)
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Metade do Brasil Evangélica?
A edição de aniversário da Revista Época, publicada em 25 de maio, apresenta uma série de matérias com previsões para o Brasil em 2020. O crescimento evangélico é abordado em uma das matérias. Baseado em dados estatísticos do SEPAL, estima-se que 50% da população brasileira poderá ser evangélica. Para a revista, a influência evangélica em 2020 contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos, já que a família é prioridade para os evangélicos.
Supersincero/www.padom.com-Serra Es
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Glauber Augusto e Suzete Cipriano se casam em São Paulo
Nos últimos quatro anos, a vida de Suzete Cipriano, 35 anos, uma das irmãs da Fat Family, mudou radicalmente. Ela fez cirurgia para redução de estômago, emagreceu 54 quilos, se tornou evangélica e encontrou, na música gospel, o amor de sua vida, Glauber Augusto, com quem se casou nesta sexta-feira, 3, em São Paulo.
O casal, junto há três anos, oficializou a união em uma cerimônia evangélica para cerca de 300 pessoas em um salão de festas na zona sul da capital paulista. A noiva, que vestia um modelo tomara-que-caia do estilista Geraldo Couto e um arranjo na cabeça de fios de prata cravejado com 454 cristais Swarovski, confeccionado por Rosana Negrão, entrou no salão de braço dado com o pai, Célio, que recentemente teve um grave problema cardíaco.
"Meu pai fez uma cirurgia e deram para ele 15 dias de vida. Ele passou por um milagre. Todos nós resolvemos ter um pouco de gratidão", contou a noiva, pouco antes da cerimônia, revelando o que motivou a família toda a se converter à igreja evangélica.
Celinho e Sidney no caminho da boa forma
A VOZ CONTINUA A MESMA, MAS OS QUILINHOS...

Além das mudanças religiosas, os irmãos da Fat Family também transformaram suas relações com a balança. Estão todos mais magros após se submeter a cirurgias no estômago.
Com exceção de Deise, a caçula dos cabelos loiros, que, dona de um vozeirão, foi escolhida para cantar - música gospel - no casamento da irmã. Deise e as outra cinco irmãs - Simone, Kátia, Célia, Suely e Sônia - foram damas do casamento.
Vestidas de lilás, elas entraram antes noiva para recepcioná-la a poucos metros do altar. Os irmãos da noiva - Celinho e Sidney - também entraram distribuindo rosas para os convidados, assim como os irmãos do noivo, Guilherme e Gabriel.
O noivo Glauber foi o primeiro a entrar no salão, usando fraque e chapéu de lado. Na hora de responder se aceitava Suzete como esposa, ele disse "sim" ao pastor e, em seguida, fez um sinal de jóia com a mão para seus parentes, levando os convidados ao riso. Depois foi a vez de Suzete dizer "sim" levando os parentes a gritarem e festajarem.
No fim da cerimônia, o clássico beijo dos noivos, embalado, é claro, por música gospel, agora o foco da Fat Family. "Nós ainda fazemos shows. Além da cantar nos cultos, nós fazemos shows normais, mas até neles eles nos pedem louvores", contou Suzete, esclarecendo que o grupo não acabou, apenas está mais focado no gospel e sem dois integrantes, Sidney e Célia.
Agora, casada, Suzete quer filhos e, para isso, vai adiar as reparaçõezinhas estéticas que diz precisar. "Quero fazer correções no braço e na perna, mas só depois que tiver meus filhos", revelou. "Estou com 35, né? Já deu (o tempo de espera)
."

Waguinho integrou um dos mais conceituados grupos da Era Pagode. Por conta disso, engrenou diversos sucessos que, certamente você já ouviu falar (se duvidar, até já cantou) tais como Marrom-Bombom e Tá afim de sambar?. Em 2000, depois de dez anos a frente do bando, decidiu largar tudo e se converteu, ao mesmo tempo em que afundava sua carreira solo em quatro álbuns de pagode. De 2000 a 2004, um dos acontecimentos mais relevantes da sua carreira foi o envolvimento com a moça da banheira do Gugu, Solange Gomes com quem teve uma filha. Pelo não pagamento de pensão, em 2004, Solange colocou Waguinho atrás das grades o que deu aquele empurrãozinho para que ele se tornasse cristão de fato. site gospel do Waguinho
ex domino pastor usado por Deus

Se você tem mais de 20 anos, certamente lembra da primeira e clássica formação do grupo Dominó que, apadrinhada por Gugu Liberato, promoveu uma verdadeira Dominómania (algo semelhante ao que vemos hoje com o RBD, só que justificado). Boyband formada em 1984 pelo quarteto Afonso, Nill, Marcos e Marcelo, arrebatavam multidões que cantavam entusiasmadas sucessos como Ela não gosta de mim, P… da Vida, Com Todos Menos Comigo entre outros.
Nill, segundo vocalista do grupo, virou pastor. Não só isso: o ex-dominó é professor de Teologia, radialista, colunista, escritor, advogado, Blogueiro, e ex-apresentador de programa gospel de televisão. Reservado, não encontrei informações sobre sua família, se tem filhos ou mesmo se algiuma vez já foi casado (Nill, se estiver lendo este post, que tal matar essa minha curiosidade, ãh?).
Blog Nill Evangelista |pastor charleston scarparo
Atriz Luiza Tomé, agora evangélica, declara que a fé salvou seu casamento
LUIZA TOMÉ: 'PECO SIM, MAS EU CREIO EM DEUS'
Atriz, que volta à TV em tributo a Machado, conta que a fé salvou seu casamento

Ela é inquieta, não pára um minuto. A atriz Luiza Tomé (45) é capaz de fazer tudo ao mesmo tempo. Cuida do marido, o empresário Adriano Facchini (44), com quem acaba de completar 15 anos de união, dos filhos Bruno (10), Luigi e Adriana (4), que ainda exigem muito a sua presença, e trabalha na Rede Record, onde tem contrato até 2010. Sua próxima aparição na TV será na adaptação de Os Óculos de Pedro Antão - parceria da emissora com a produtora Contém Conteúdo -, em homenagem ao centenário de morte do autor, Machado de Assis, que vai ao ar em 29 de dezembro. Dias antes de vestir o figurino de época da personagem Camila, Luiza descansou no Castelo de CARAS, em Tarrytown, New York. "Foi bacana me preparar para o trabalho. Estava de férias desde dezembro de 2007, precisava voltar", disse ela, que atuará com Ana Cristina, Karen Marinho (17), Bruno Mello, Michel Bercovitch (42) e Roberto Pirillo. O especial conta ainda com roteiro de Cesar Mayko e produção de Aguinaldo di Fiori.
A vida glamourosa, no entanto, está longe de parecer anúncio de margarina, como a atriz faz questão de enfatizar. "É corrido. Quando gravo, me divido em mil", conta ela, que, apesar da rotina agitada, sente-se mais estruturada. Além da harmonia familiar e da satisfação profissional, Luiza descobriu uma nova religião. Há dois anos e meio, freqüenta, com o marido e os filhos, a Igreja Batista Palavra Viva. E, desde então, assegura que tudo mudou para melhor.
- O que aconteceu na sua rotina de vida depois que você virou evangélica?
- Muita coisa. A relação melhorou. Adriano era mais ciumento e isso incomodava. Ele aprendeu a perdoar, a não ter mágoa, coisas que só fazem mal. Eu o levei para a igreja e, no final, ele se apegou muito mais. Já fui católica, budista, kardecista. Mas agora me achei. O mundo precisa de fé. Não consigo viver sem Deus. Peco, sou pecadora, sim. Gosto de dançar, beber vinho, fumar meu cigarro. Mas tenho encontrado mais equilíbrio.
- Você e Adriano já superaram uma crise. Como foi?
- Tivemos uma grave quando já freqüentávamos a igreja, há cerca de um ano. É difícil ficar casada por quinze anos e não passar por uma crise ou outra. Quase acabamos, mas seguramos a onda, colocamos tudo na balança. Acho que vamos ter muitos problemas ainda, mas sinto que a cada dia que passa evoluímos na relação. Em um determinado ponto do casamento, a paixão vai embora e o que fica é o amor. Mas fazer o que lá fora? Viver uma aventura? Chegamos à conclusão de que não valia à pena deixar uma relação com três filhos se a gente ainda se amava.
- E as crianças, como reagiram a essa nova opção religiosa?
- Meus filhos são a minha vida. E eles adoram a igreja. É bom que as crianças cresçam com o sentimento de fé. O Luigi canta o hino de louvor durante o banho. É a coisa mais linda. Fico arrepiada só de ouvir. Ele é o que mais questiona e sempre tentamos esclarecer tudo da melhor maneira possível.
- Como você se sente com 45 anos de idade?
- Muito bem. Sou cuidadosa com meu corpo e minha pele, até porque tenho pânico de plástica.
- E como está o trabalho?
- Adoro a Record. Renovei meu contrato até 2010 e gravei o especial, que ficou lindo. Estou feliz de participar de um projeto em homenagem a Machado. Fiquei tão empolgada que já penso em produzir um de seus textos para o teatro.